Um passo atrás…
Muito! Acredito naquilo que tem nome, mas não existe. E não se apalpa e alucina. Da não existência, se dissolve na imensidão que é o mundo.
Traço linhas como metas de vida que nunca se encontram, porque desacreditam – fosse alívio para aquilo que já está pré-concebido.
Quero poder escrever uma história bonita. Quero poder escrever a minha história.
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agosto 17, 2011 às 21:15
Evidências que desmascaram o “tipo” – ou pior, corporifica-o ainda mais!